Ao abordar como os mitos sobre a mamografia impactam a saúde feminina, Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues reforça a importância da informação correta na prevenção.

Saiba como os mitos sobre a mamografia podem ser prejudiciais à saúde feminina

Dennis Smith
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Ao abordar como os mitos sobre a mamografia impactam a saúde feminina, Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues reforça a importância da informação correta na prevenção.

Conforme o médico especialista em diagnóstico por imagem Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a desinformação é um dos principais obstáculos para o sucesso das políticas de prevenção, criando medos infundados que mantêm as mulheres longe das salas de exame. Muitas notícias falsas e crenças populares circulam livremente, fazendo com que o cuidado preventivo seja visto como um risco, quando, na verdade, ele é a maior salvaguarda da vida. 

Se você deseja separar a ficção dos fatos científicos e quer realizar seu acompanhamento com a segurança de quem possui informações precisas, este guia foi feito para você. Continue a leitura para descobrir como o conhecimento técnico ajuda a desmistificar preconceitos e a fortalecer o combate ao câncer de mama através da ciência!

Mitos sobre mamografia que afastam mulheres do exame: Radiação e dor

Um dos mitos mais persistentes é o de que a radiação emitida pelo mamógrafo poderia, por si só, causar câncer de tireoide ou outras doenças. A dose de radiação em uma mamografia digital moderna é extremamente baixa e controlada, sendo direcionada exclusivamente para o tecido mamário de forma segura. Como sugere o doutor Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, o risco de não realizar o exame e permitir que um tumor cresça silenciosamente é infinitamente superior a qualquer impacto mínimo da radiação utilizada no procedimento. 

Entre verdades e desinformação sobre a mamografia, Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues destaca como crenças equivocadas podem comprometer a saúde da mulher.
Entre verdades e desinformação sobre a mamografia, Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues destaca como crenças equivocadas podem comprometer a saúde da mulher.

O medo da dor causada pela compressão é outro fator que gera resistência. Embora a compressão possa gerar um desconforto temporário, ela dura poucos segundos por incidência e é fundamental para a nitidez diagnóstica. Atualmente, existem técnicas e equipamentos com compressores mais ergonômicos que se adaptam à curvatura da mama, tornando o processo muito mais tolerável e rápido.

A falácia de que apenas quem tem histórico familiar deve fazer o exame

Outro mito perigoso que afasta muitas mulheres do rastreamento é a crença de que a mamografia só é necessária para quem possui casos de câncer na família.  Cerca de 80% a 90% dos casos de câncer de mama ocorrem em mulheres que não apresentam nenhum histórico familiar da doença. Acreditar que o autoexame substitui a mamografia é um erro técnico grave. O toque manual só identifica nódulos quando eles já atingiram um tamanho considerável, enquanto a mamografia digital detecta alterações anos antes.

Dessa maneira, a idade para iniciar o rastreamento também é alvo de desinformação. Como enfatiza Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, embora as diretrizes variem, a recomendação de iniciar o acompanhamento anual aos 40 anos é a que oferece maior redução na mortalidade. Ignorar essa recomendação por se sentir “jovem demais” ou por não ter sintomas é um risco desnecessário. A tecnologia deve ser usada de forma preventiva e constante, pois o câncer de mama é uma doença silenciosa em seus estágios iniciais.

O impacto da tecnologia digital na precisão e segurança do exame

A evolução dos equipamentos também ajuda a derrubar o mito de que os resultados da mamografia são imprecisos ou geram muitos falsos-positivos. Como elucida Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a transição para a mamografia digital e a tomossíntese mamária elevou significativamente a sensibilidade do diagnóstico, reduzindo a necessidade de reconvocações. 

A precisão técnica atual é a melhor resposta contra o ceticismo. Ao realizar o exame em centros qualificados, a paciente tem a garantia de que os achados serão interpretados sob critérios científicos rigorosos, minimizando dúvidas e proporcionando um caminho claro para a saúde.

Mitos sobre a mamografia são barreiras invisíveis que precisam ser derrubadas com educação e transparência técnica

A prevenção é um direito da mulher e um dever da medicina diagnóstica moderna. Como conclui Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a verdade científica é o antídoto contra o medo paralisante que afasta as mulheres da cura. Ao escolher o conhecimento em vez do boato, a paciente assume o protagonismo da própria vida, garantindo que o rastreamento mamário seja uma etapa tranquila, segura e indispensável do seu autocuidado anual.

Autor: Dennis Smith

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