De acordo com Tiago Oliva Schietti, o setor funerário tem passado por um processo gradual e necessário de modernização. Mudanças sociais, avanços tecnológicos, novas exigências sanitárias e uma sociedade cada vez mais informada têm impulsionado a profissionalização das atividades ligadas ao cuidado pós-morte. Nesse contexto, a educação profissional assume um papel estratégico ao preparar trabalhadores para atuar com competência técnica, ética e sensibilidade humana. Veja mais!
Educação profissional como base da modernização do setor funerário
A modernização do setor funerário não se limita à adoção de novos equipamentos ou tecnologias, assim como aponta Tiago Oliva Schietti. Ela começa, sobretudo, pelas pessoas que atuam diretamente nas atividades diárias. A educação profissional fornece os fundamentos técnicos e conceituais necessários para que esses trabalhadores compreendam seus processos, riscos e responsabilidades.
Por meio de cursos técnicos, capacitações específicas e treinamentos contínuos, os profissionais passam a atuar com maior domínio das normas sanitárias, dos protocolos de biossegurança e dos procedimentos operacionais. Essa formação contribui para reduzir improvisações, padronizar práticas e elevar o nível de profissionalismo em todo o setor.
Qualificação profissional e valorização das atividades funerárias
Segundo Tiago Oliva Schietti, historicamente, o setor funerário enfrentou desafios relacionados à falta de reconhecimento e à informalidade. A educação profissional desempenha um papel fundamental na valorização dessas atividades, ao reforçar que se trata de um campo que exige conhecimento técnico, preparo emocional e responsabilidade social.
Profissionais qualificados tendem a executar suas funções com mais segurança e confiança, o que impacta diretamente a percepção das famílias atendidas. A formação adequada também contribui para o fortalecimento da identidade profissional, promovendo maior engajamento, autoestima e comprometimento com a qualidade dos serviços prestados.

Como a educação profissional contribui para a qualidade e a segurança?
A educação profissional no setor funerário atua diretamente na melhoria da qualidade e da segurança das operações, como evidencia Tiago Oliva Schietti. Ao compreender os riscos biológicos, químicos e emocionais envolvidos na atividade, o profissional passa a adotar condutas mais preventivas e responsáveis. Isso reduz a ocorrência de acidentes, contaminações e falhas operacionais.
Além disso, a formação técnica favorece o cumprimento da legislação vigente. Profissionais bem capacitados conhecem normas sanitárias, exigências legais e procedimentos obrigatórios, contribuindo para que empresas e instituições atuem em conformidade. Esse alinhamento entre conhecimento e prática fortalece a segurança jurídica e a credibilidade do setor.
Áreas de atuação fortalecidas pela educação profissional
A educação profissional impacta diferentes áreas do setor funerário, promovendo melhorias que vão além da execução técnica das atividades, como observa Tiago Oliva Schietti. Ao ampliar o repertório de conhecimentos dos trabalhadores, ela contribui para uma atuação mais integrada, humanizada e eficiente.
Entre as principais áreas beneficiadas pela qualificação profissional, destacam-se:
- Biossegurança e controle de riscos ocupacionais;
- Preparação e conservação de corpos;
- Atendimento humanizado às famílias enlutadas;
- Gestão de serviços funerários e cemiteriais;
- Conhecimento da legislação sanitária e ambiental.
Essas áreas mostram como a educação profissional atua de forma transversal, fortalecendo tanto os aspectos técnicos quanto os relacionais e administrativos do setor.
Educação contínua e adaptação às novas demandas do setor
O setor funerário está em constante transformação, seja por mudanças na legislação, seja por novas práticas sociais relacionadas ao luto e à despedida, como reforça Tiago Oliva Schietti. Nesse cenário, a educação profissional não pode ser encarada como um processo pontual. A atualização contínua é essencial para que os profissionais acompanhem essas transformações e mantenham um padrão elevado de atuação.
A educação continuada permite incorporar novas técnicas, revisar protocolos e aprimorar competências comportamentais. Além disso, ela prepara os profissionais para lidar com situações complexas e delicadas, reforçando a importância da empatia, da ética e da comunicação adequada no atendimento às famílias.
Educação profissional como agente de inovação no setor funerário
Em conclusão, a modernização do setor funerário também está ligada à capacidade de inovar. Profissionais bem formados tendem a identificar oportunidades de melhoria nos processos, sugerir soluções mais eficientes e contribuir para a evolução dos serviços. A educação profissional estimula o pensamento crítico e a busca por práticas mais seguras, sustentáveis e humanizadas.
Autor: Dennis Smith
